Quinta-feira, Junho 01, 2006

Campanha Nacional de Incentivo ao Parto Normal e Redução da Cesárea Desnecessária


Fonte: 27-05-2006 13:05:40 - Da Redação: Fonte - Agência Saúde - http://www.informesergipe.com.br/pagina.php?sec=10&&rec=13588.

O Ministério da Saúde lança na próxima terça-feira (30), a campanha nacional de incentivo ao parto normal e redução da cesárea desnecessária. De acordo com os dados de 2004 do Sistema de Nascidos Vivos (Sinasc) do ministério 41,8% dos partos realizados em todo o Brasil foram cirúrgicos.

Com a deflagração da campanha, entre outras ações, o ministério celebra o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, comemorados no domingo.

A campanha atingirá todo o país. Cerca de 90 mil cartazes e de 3 milhões de fôlderes sobre os benefícios do parto humanizado serão distribuídos, prioritariamente, para mulheres grávidas e profissionais dos serviços de saúde públicos e privados que atendem gestantes e realizam partos. Trata-se de mais uma medida de qualificação do atendimento de mulheres no Sistema Único de Saúde (SUS). O direito da mulher em trabalho de parto e pós-parto à acompanhante na rede SUS, recentemente garantido em lei e regulamentado pelo ministério, também será abordado pela campanha.

"O parto normal pode ser uma experiência enriquecedora para a mulher e sua família se atendido de forma humanizada e com fundamentação em evidências científicas e sem intervenções desnecessárias. As cesáreas aumentam riscos de morte, lesões acidentais, reações à anestesia, infecções e hemorragias das usuárias, e de prematuridade e desconforto respiratório, de seus bebês", ressalta a diretora do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde, Cristina Boaretto.

escrito por BARTIRA CARVALHO em 23:08

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Meu nome é Ingrid Lotfi, tenho 28 anos, sou do Rio de Janeiro. Sou doula formada pela ANDO e Analista de Sistemas. Sou casada e tenho um filho de 3 anos e 6 meses, chamado João Victor que nasceu de uma cesárea desnecessária, o que gerou todo esse meu envolvimento com a área de humanização do nascimento.

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Recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1996

Para humanizar o Parto as seguintes condutas:
No pré-natal
planejar onde e como o nascimento será assistido;
avaliação do risco durante a gestação;
monitoramento do bem-estar físico e emocional da mulher;
respeitar a escolha da gestante sobre o local e nascimento;
prestar informações sempre que necessário;

Na admissão
respeitar a privacidade da mulher;
respeitar a escolha do acompanhante;

Durante o trabalho de parto
oferecer líquidos via oral;
dar suporte emocional empático;
prestar informações sempre que necessário
uso único de materiais descartáveis;
respeitar o direito à opinião sobre a episiotomia;
corte do cordão umbilical tardio com material estéril;

Posição durante o trabalho de parto
encorajar a posição não deitada;
liberdade de posição e movimento;

Controle da dor
alívio por meios não invasivos, não farmacológicos (massagens, técnicas de relaxamento, etc...);

Monitoramento
do bem-estar físico e emocional da mulher;
fetal, por ausculta intermitente do progresso do trabalho de parto por meio do partograma;

Após a dequitação
exame de rotina da placenta;
uso de ocitócitos no terceiro estágio se há risco de hemorragia;
prevenção da hipotermia do nenê;
amamentação na primeira hora.

Os Direitos da Mulher
01. Presença do companheiro ou alguém da família para acompanhar o parto, dando segurança e apoio.
02. Receber as orientações, passo a passo, sobre o parto e os procedimentos que serão adotados, com a mulher e o bebê. A mulher bem informada faz melhor a sua parte, ajuda mais.
03. Receber líquidos (água, suco), pois o trabalho de parto pode durar até 12 horas.
04. Liberdade de movimentos durante o trabalho de parto. A mulher pode caminhar sem restrições.
05. Escolha da posição mais confortável para o parto.
06. Relaxamento para aliviar a dor. Pode ser massagem, banho morno ou qualquer forma de relaxamento conveniente para a mulher.
07. Parto seguro, sem muitos procedimentos que podem até atrapalhar em vez de ajudar. É importante verificar sempre as contrações e escutar o coração do bebê.
08. Contato imediato com o bebê logo que nasce. Muito importante para mãe e filho.
09. Alojamento conjunto, para que o bebê fique o tempo todo perto da mãe, recebendo seu carinho e atenção.
10. Respeito. A mulher deve ser respeitada, chamada pelo nome, ter privacidade, ser atendida em suas necessidades.

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